<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-29838624</id><updated>2011-07-08T04:04:05.917Z</updated><category term='irmãos.'/><category term='terra'/><category term='ecologia'/><category term='cacique Seattle'/><category term='índio'/><title type='text'>ENTRE MEUS RINS</title><subtitle type='html'>zana como me gusta</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://entremeusrins.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29838624/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entremeusrins.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Zana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12830864953120677952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9b34GEP_1RY/SV-NobZ9h8I/AAAAAAAAAFo/-t9GHgjiHb8/S220/P82001655.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29838624.post-1553319853668945119</id><published>2009-11-12T22:57:00.002Z</published><updated>2009-11-12T23:12:25.209Z</updated><title type='text'>E agora, José?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9b34GEP_1RY/SvyWRj9qwtI/AAAAAAAAAIc/MsDq5r2ktsQ/s1600-h/Interroga_o.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 278px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9b34GEP_1RY/SvyWRj9qwtI/AAAAAAAAAIc/MsDq5r2ktsQ/s320/Interroga_o.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403358881393590994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando achamos que tudo vai nos conformes, algo acontece. Por quê?&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29838624-1553319853668945119?l=entremeusrins.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entremeusrins.blogspot.com/feeds/1553319853668945119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29838624&amp;postID=1553319853668945119&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29838624/posts/default/1553319853668945119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29838624/posts/default/1553319853668945119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entremeusrins.blogspot.com/2009/11/e-agora-jose.html' title='E agora, José?'/><author><name>Zana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12830864953120677952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9b34GEP_1RY/SV-NobZ9h8I/AAAAAAAAAFo/-t9GHgjiHb8/S220/P82001655.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9b34GEP_1RY/SvyWRj9qwtI/AAAAAAAAAIc/MsDq5r2ktsQ/s72-c/Interroga_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29838624.post-7061188607715352226</id><published>2009-01-03T15:21:00.004Z</published><updated>2009-01-03T16:06:47.133Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cacique Seattle'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='irmãos.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='índio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ecologia'/><title type='text'>O fim do viver e o início do sobreviver.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_9b34GEP_1RY/SV-Mx42te4I/AAAAAAAAAFg/HrTyC968Ta4/s1600-h/seattle.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 202px; height: 277px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_9b34GEP_1RY/SV-Mx42te4I/AAAAAAAAAFg/HrTyC968Ta4/s400/seattle.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5287099276259588994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:Arial;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;&lt;em&gt;No primeiro semestre de faculdade, meu professor de Bases Filosóficas da Ecologia leu um texto para a sala que me faz refletir até hoje, 355 dias depois.&lt;br /&gt;A carta foi escrita em 1855, pelo cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington. Ela foi destinada ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois que o governo deu a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:100%;"&gt;"Como podeis comprar ou vender o céu, a tepidez do chão? A idéia não tem sentido para nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Se não possuímos o frescor do ar ou o brilho da água, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, qualquer praia, a neblina dos bosques sombrios, o brilhante e zumbidor inseto, tudo é sagrado na memória e na experiência de meu povo. A seiva que percorre o interior das árvores leva em si as memórias do homem vermelho.&lt;br /&gt;       Os mortos do homem branco esquecem a terra de seu nascimento, quando vão pervagar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta terra maravilhosa, pois ela é a mãe do homem vermelho. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Somos parte da terra e ela é parte de nós&lt;/span&gt;. As flores perfumadas são nossas irmãs, os gamos, os cavalos a majestosa águia, todos nossos irmãos. Os picos rochosos, a fragrância dos bosques, a energia vital do pônei e do homem, tudo pertence a uma só família.&lt;br /&gt;     Assim, quando o grande chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossas terras, ele está pedindo muito de nós. O grande Chefe manda dizer que nos reservará um sítio onde possamos viver confortavelmente por nós mesmos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Se é assim, vamos considerar a sua proposta sobre a compra de nossa terra. Mas tal compra não será fácil, já que esta terra é sagrada para nós.&lt;br /&gt;     A límpida água que percorre os regatos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos ancestrais. Se vos vendermos a terra, tereis de lembrar a nossos filhos que ela é sagrada, e que qualquer reflexo espectral sobre a superfície dos lagos evoca eventos e fases da vida do meu povo. O marulhar das águas é a voz dos nossos ancestrais.&lt;br /&gt;     Os rios são nossos irmãos, eles nos saciam a sede. Levam as nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se vendermos nossa terra a vós, deveis vos lembrar e ensinar a nossas crianças que os rios são nossos irmãos, vossos irmãos também, e deveis a partir de então dispensar aos rios a mesma espécie de afeição que dispensais a um irmão.&lt;br /&gt;     Nós mesmos sabemos que o homem branco não entende nosso modo de ser. Para ele um pedaço de terra não se distingue de outro qualquer, pois é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo de que precisa. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, depois que a submete a si, que a conquista, ele vai embora, à procura de outro lugar. Deixa atrás de si a sepultura de seus pais e não se importa. A cova de seus pais é a herança de seus filhos, ele os esquece. Trata a sua mãe, a terra, e seus irmãos, o céu como coisas a serrem comprados ou roubados, como se fossem peles de carneiro ou brilhantes contas sem valor. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Seu apetite vai exaurir a terra, deixando atrás de si só desertos.&lt;/span&gt; Isso eu não compreendo. Nosso modo de ser é completamente diferente do vosso. A visão de vossas cidades faz doer aos olhos do homem vermelho.&lt;br /&gt;     Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e como tal, nada possa compreender.&lt;br /&gt;Nas cidades do homem branco não há um só lugar onde haja silêncio, paz. Um só lugar onde ouvir o farfalhar das folhas na primavera, o zunir das asas de um inseto. Talvez seja porque sou um selvagem e não possa compreender.&lt;br /&gt;     O barulho serve apenas para insultar os ouvidos. E que vida é essa onde o homem não pode ouvir o pio solitário da coruja ou o coaxar das rãs à margem dos charcos à noite? O índio prefere o suave sussurrar do vento esfrolando a superfície das águas do lago, ou a fragrância da brisa, purificada pela chuva do meio-dia ou aromatizada pelo perfume dos pinhos.&lt;br /&gt;     O&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ar é precioso para o homem vermelho, pois dele todos se alimentam. Os animais, as árvores, o homem, todos respiram o mesmo ar.&lt;/span&gt; O homem branco parece não se importar com o ar que respira. Como um cadáver em decomposição, ele é insensível ao mau cheiro. Mas se vos vendermos nossa terra, deveis vos lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar insufla seu espírito em todas as coisas que dele vivem. O ar que vossos avós inspiraram ao primeiro vagido foi o mesmo que lhes recebeu o último suspiro.&lt;br /&gt;     Se vendermos nossa terra a vós, deveis conservá-la à parte, como sagrada, como um lugar onde mesmo um homem branco possa ir sorver a brisa aromatizada pelas flores dos bosques.&lt;br /&gt;     Assim consideraremos vossa proposta de comprar nossa terra. Se nos decidirmos a aceitá-la, farei uma condição: O homem branco terá que tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos.&lt;br /&gt;     Sou um selvagem e não compreendo de outro modo. Tenho visto milhares de búfalos a apodrecerem nas pradarias, deixados pelo homem branco que neles atira de um trem em movimento.&lt;br /&gt;     Sou um selvagem e não compreendo como o fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante que o búfalo, que nós caçamos apenas para nos mantermos vivos.&lt;br /&gt;    &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Que será dos homens sem os animais? &lt;/span&gt;Se todos os animais desaparecem, o homem morreria de solidão espiritual. Porque tudo isso pode cada vez mais afetar os homens. Tudo está encaminhado.&lt;br /&gt;    &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Deveis ensinar a vossos filhos que o chão onde pisam simboliza a as cinzas de nossos ancestrais&lt;/span&gt;. Para que eles respeitem a terra, ensinai a eles que ela é rica pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinai a eles o que ensinamos aos nossos: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Que a terra é a nossa mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, está cuspindo sobre si mesmo.&lt;/span&gt; De uma coisa nós temos certeza: &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;A terra não pertence ao homem branco; O homem branco é que pertence à terra.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;Disso nós temos certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado. O que fere a terra fere também aos filhos da terra.&lt;br /&gt;    O homem não tece a teia da vida: É antes um dos seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio.&lt;br /&gt;    Mesmo o homem branco, a quem Deus acompanha e com quem conversa como um amigo, não pode fugir a esse destino comum. Talvez, apesar de tudo, sejamos todos irmãos.&lt;br /&gt;     Nós o veremos. De uma coisa sabemos, é que talvez o homem branco venha a descobrir um dia: Nosso Deus é o mesmo deus.&lt;br /&gt;     Podeis pensar hoje que somente vós o possuis, como desejais possuir a terra, mas não podeis. Ele é o Deus do homem e sua compaixão é igual tanto para o homem branco, quanto para o homem vermelho.&lt;br /&gt;     Esta terra é querida dele, e ofender a terra é insultar o seu criador. Os brancos também passarão talvez mais cedo do que todas as outras tribos. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Contaminai a vossa cama, e vos sufocareis numa noite no meio de vossos próprios excrementos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;     Mas no nosso parecer, brilhareis alto, iluminado pela força do Deus que vos trouxe a esta terra e por algum favor especial vos outorgou domínio sobre ela e sobre o homem vermelho. Este destino é um mistério para nós, pois não compreendemos como será no dia em que o último búfalo for dizimado, os cavalos selvagens domesticados, os secretos recantos das florestas invadidos pelo odor do suor de muitos homens e a visão das brilhantes colinas bloqueada por fios falantes.&lt;br /&gt;    Onde está o matagal? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 102);"&gt;O fim do viver e o início do sobreviver&lt;/span&gt;." &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29838624-7061188607715352226?l=entremeusrins.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entremeusrins.blogspot.com/feeds/7061188607715352226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29838624&amp;postID=7061188607715352226&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29838624/posts/default/7061188607715352226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29838624/posts/default/7061188607715352226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entremeusrins.blogspot.com/2009/01/o-fim-do-viver-e-o-incio-do-sobreviver.html' title='O fim do viver e o início do sobreviver.'/><author><name>Zana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12830864953120677952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9b34GEP_1RY/SV-NobZ9h8I/AAAAAAAAAFo/-t9GHgjiHb8/S220/P82001655.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9b34GEP_1RY/SV-Mx42te4I/AAAAAAAAAFg/HrTyC968Ta4/s72-c/seattle.gif' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29838624.post-4419044686809841655</id><published>2007-02-04T16:55:00.000Z</published><updated>2007-02-04T17:03:49.751Z</updated><title type='text'>Minha chegada</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: webdings;"&gt;Não sou poetisa, jornalista e muito menos herdei o dom do meu pai, que era escrever !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: webdings;"&gt;Sou craque em fazer reclamações, gritar, exclamar e pedir socorro aos céus. E é isso que farei aqui. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: webdings;"&gt;Mais amadurecida ( pra não dizer "veeeeeeeelha", "caííííída" ), espero levar isso mais a sério dessa vez.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: webdings;"&gt;Iupiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29838624-4419044686809841655?l=entremeusrins.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entremeusrins.blogspot.com/feeds/4419044686809841655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29838624&amp;postID=4419044686809841655&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29838624/posts/default/4419044686809841655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29838624/posts/default/4419044686809841655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entremeusrins.blogspot.com/2007/02/minha-chegada.html' title='Minha chegada'/><author><name>Zana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12830864953120677952</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9b34GEP_1RY/SV-NobZ9h8I/AAAAAAAAAFo/-t9GHgjiHb8/S220/P82001655.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
